terça-feira, 14 de dezembro de 2010

O que queremos - 10


O nosso compromisso com os sócios da ARPIAC está transcrito no documento "O que queremos" que pode ser lido AQUI.

A forma sintética como esse documento se apresenta obriga-nos, com todo o gosto, a desenvolver cada uma das onze ideias ali contidas.

É o que estamos a fazer de forma progressiva.




Celebrar acordos e protocolos com organismos oficiais e outras entidades,
para uma mais estreita colaboração e com vista ao aproveitamento de sinergias
para o bem-estar da comunidade
                                        


A Constituição da República Portuguesa, no n.º 3 do artigo 63º, consagra o direito de livre constituição de instituições particulares de solidariedade social não lucrativas, tendo em vista a prossecução de objectivos de segurança social, nomeadamente através do desenvolvimento de actividades de acção social de apoio à família, infância, juventude, população com deficiência e à terceira idade, instituições que, atendendo aos relevantes objectivos sociais que livremente prosseguem, são regulamentadas por lei e estão sujeitas a fiscalização do Estado.
Sendo a ARPIAC uma Instituição Particular de Solidariedade Social (IPSS) foi a mesma constituída por iniciativa de particulares com o propósito de dar expressão organizada ao dever moral de solidariedade e de justiça, tendo por objectivo contribuir para a promoção da população da cidade de Agualva-Cacém através da criação, manutenção e desenvolvimento de diversas actividades, entre as quais o apoio aos associados na velhice e invalidez, o apoio às famílias (visando a sua integração social e comunitária), o apoio às crianças e jovens e a outras iniciativas de carácter cultural.
As associações não podem nem devem viver isoladamente do resto da comunidade, havendo mecanismos que privilegiam o intercâmbio entre estas e as entidades privadas, mediante a celebração de acordos, abrangendo um leque variado de serviços, em que as partes se vinculam a assumir determinados compromissos, resultando daqui manifestos benefícios para ambas as partes.
A concessão de apoios de natureza material, técnica e financeira é efectivada através da celebração de acordos de cooperação para salvaguarda dos direitos e obrigações das partes envolvidas, atento o fim eminentemente social, que se traduz no desenvolvimento de serviços e actividades, que o Estado incumbe prioritariamente garantir.
As cooperações entre os centros distritais e as instituições particulares de solidariedade social têm por finalidade a concessão de prestações sociais e baseia-se no reconhecimento e valorização, por parte do Estado, do contributo das instituições para a realização dos fins da acção social, enquanto expressão organizada da sociedade civil.
Assim, a ARPIAC propõe-se celebrar acordos e protocolos com todas as entidades (públicas e privadas) que queiram com ela colaborar, para que os seus utentes possam beneficiar de serviços gratuitos, designadamente na área da saúde e da segurança social que, seguramente, vão contribuir para proporcionar uma vida mais longa e com melhor qualidade de vida.
Tendo em conta a situação de crise que o nosso país enfrenta, que cada vez tem maior dificuldade em dar resposta às necessidades dos seus cidadãos, é um dever da ARPIAC assumir verdadeiramente, com sentido de responsabilidade e de cidadania, o seu lugar como parceiro do Estado, a fim de minimizar as situações graves daí emergentes.


segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Os rostos da Direcção

Da esquerda para a direita:
1ª Fila: Horácio Pimenta, Bruno Morais, Jorge Avelino e António Silva
2ª Fila: Carlos Teixeira, Duarte Guimarães, Manuel Figueiredo, João Tristão e José Brites


“Enquanto candidatos a membros da Direcção comprometemo-nos a envolver os associados na vida da ARPIAC e, porque somos gente de palavra, a honrar os compromissos que livremente estamos a assumir com todos os sócios.”


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Não abdicamos da verdade e do rigor


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domingo, 12 de dezembro de 2010

Porque hoje é Domingo...



Mesmo para os não crentes o espírito do natal, enquanto amor, paz, solidariedade, toca a todos. É neste período que mais apelos se fazem à partilha e em que os que pouco têm muito dão. É neste período que as televisões mostram imagens de pobreza e solidão em ambientes de chuva, frio e neve. É neste período que no aconchego das nossas casas (os que têm casas e aconchego), de portas bem fechadas, cortamos o pensamento às desgraças e voltamo-nos para as risadas alegres dos nossos filhos e netos abraçando-os com o invisível manto protector da ignorância do mundo que os rodeia.

Reflectindo, porque hoje é Domingo, desejaríamos que as mulheres e os homens se associassem. Não no associativismo em que uns dão e os outros recebem, mas no associativismo em que todos dão e todos recebem.

Voltando à realidade, no barulho da festa, da emoção forçada, pensamos, com alguma tristeza e com alguma esperança, que para o ano talvez alguns de nós façam a diferença que promova a mudança.



sábado, 11 de dezembro de 2010

O que queremos - 9


O nosso compromisso com os sócios da ARPIAC está transcrito no documento "O que queremos" que pode ser lido AQUI.

A forma sintética como esse documento se apresenta obriga-nos, com todo o gosto, a desenvolver cada uma das onze ideias ali contidas.

É o que estamos a fazer de forma progressiva



Implementar o Sistema de Gestão de Qualidade dos serviços prestados


O Sistema de Gestão de Qualidade tem por principal objectivo ajustar as respostas sociais à nova realidade com que nos confrontamos, contribuindo para o exercício de uma cidadania mais responsável.

Os princípios assumidos para tal ajuste são:

1.     Diferenciar as respostas de acordo com as condições particulares dos seus destinatários, de acordo com as circunstâncias próprias dos distintos territórios e no respeito pela equidade na distribuição dos recursos.

2.     Contratualizar as soluções assegurando que todos os intervenientes, cidadãos, famílias e instituições são mobilizadas e assumem compromissos nas intervenções de que sejam parte.

3.     Desenvolver as capacidades das pessoas, das famílias, dos grupos e dos territórios.


O Modelo de Avaliação de Qualidade, sendo um referencial normativo que se baseia nos princípios de gestão de qualidade, tem por objectivos:

  1. Ser um instrumento de diferenciação positiva das Respostas Sociais, permitindo incentivar a melhoria dos serviços prestados.

  1. Ser um instrumento de auto-avaliação das Respostas Sociais, permitindo rever, de uma forma sistemática o desempenho da organização (Instituição), as oportunidades de melhoria e a ligação entre aquilo que se faz e os resultados que se atingem.

  1. Permitir maior grau de participação dos Clientes (Utentes) nos serviços que lhes são prestados.

  1. Haver maior dinamização e efectivação da participação da família no âmbito da Resposta Social.

  1. Aumentar o grau de satisfação das expectativas e necessidades dos Clientes (Utentes), colaboradores, fornecedores, parceiros e, duma forma geral, de todo o meio envolvente da organização (Instituição) e da sociedade em geral.
                                        

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sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

O que queremos - 8


O nosso compromisso com os sócios da ARPIAC está transcrito no documento "O que queremos" que pode ser lido AQUI.

A forma sintética como esse documento se apresenta obriga-nos, com todo o gosto, a desenvolver cada uma das onze ideias ali contidas.

É o que estamos a fazer de forma progressiva



Aumentar a capacidade de Centro de Dia, Cozinha e Refeitório


Algumas das estruturas físicas de apoio ao funcionamento da Instituição necessitam de intervenção rápida, podendo surgir rupturas em alguns sectores.

  1. Centro de Dia: A zona destinada ao convívio para os utentes de Centro de Dia é já notoriamente pequena, pelo que se torna necessário tomar medidas para o seu alargamento. A ARPIAC é a segunda casa de cada utente, pelo que deve ter as condições necessárias para o seu bem-estar e conforto.

  1. Cozinha: Dada a quantidade de refeições servidas diariamente e a sua diversidade, debate-se a cozinha com sérias dificuldades em dar cumprimento ao que lhe é solicitado. Tomaremos as medidas adequadas para que o seu trabalho se desenrole dentro dos parâmetros exigidos à função que desempenha.

  1. Refeitório: Queremos que utentes, funcionários (as) e Directores partilhem o mesmo espaço nas refeições, onde todos tenham as mesmas condições, sem discriminações e em são convívio. Para tanto são precisas alterações que podem ser tomadas sem grandes despesas e que duma forma bastante rápida resolverão o problema.


Para que todas estas medidas possam ser tomadas, necessário se torna saber da verdade das contas da ARPIAC e das possibilidades em disponibilizar as verbas para tal efeito.

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Os rostos da Mesa da Assembleia Geral


Da esquerda para a direita:
Porfírio Ramos, Rui Narciso, José Henriques Dias e Rui Pedro Ferreira Cabral


“Enquanto candidatos a membros da Mesa da Assembleia Geral defendemos intransigentemente a liberdade de expressão indissociável de uma cidadania de responsabilidade e garantimos a implementação de condições para a participação dos sócios em condições de igualdade.”

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quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

O que queremos - 7


O nosso compromisso com os sócios da ARPIAC está transcrito no documento "O que queremos" que pode ser lido AQUI.

A forma sintética como esse documento se apresenta obriga-nos, com todo o gosto, a desenvolver cada uma das onze ideias ali contidas.

É o que estamos a fazer de forma progressiva


Reestruturar os vários departamentos da Instituição,
de forma a rentabilizar os serviços prestados
                                        

A ARPIAC deve ser considerada já uma média empresa, quer pelo número de funcionários que estão ao seu serviço, quer sobretudo pelo envolvimento financeiro que tem.

Os serviços que presta, e dado o que atrás se disse, devem ser equacionados segundo uma óptica de desenvolvimento e rigor, para que o resultado final possa ser condicente com a grandeza da Instituição.

Consideramos que, por razões de assistência e acompanhamento, são prioritários os seguintes sectores:

  1. Lar – Com uma ocupação de 61 utentes, uma equipa de 33 funcionárias e toda uma estrutura de apoio, esta valência necessita de uma profunda reestruturação para que:

    • O utente seja melhor acompanhado e mais informado.
    • A assistência assuma forma de “Excelência” para bem do utente.
    • As famílias interajam continuamente com a Instituição.

  1. Centro de Dia e Apoio Domiciliário – Enquanto valências de apoio, devemos considerar:

·         Melhores e mais adequadas formas de apoio, de forma a que as suas vivências, quer na Instituição quer em suas casas, se traduzam por bem estar e conforto.
·         Melhor escalonamento do rácio pessoal/tempo, de forma a optimizar o sentido de prestação de cuidados.

  1. Creche – Após um ano de funcionamento, muito se terá de fazer de molde a permitir um maior aproveitamento das condições existentes.

·         Optimizar as relações entre a Instituição e os pais.
·         Aprofundar as normas existentes, para que se consiga um resultado mais condicente com a realidade pretendida – Mais rigor e transparência.
·         Rever o funcionamento da Creche e proceder a alterações para se conseguir atingir os objectivos propostos para a mesma.
·         Implementar o intercâmbio geracional entre as várias valências da Instituição.


  1. Cozinha, Economato e Cafetaria – Fundamental no dia-a-dia do utente, no sentido de ser mantido o seu espírito saudável.

·         Racionalizar a alimentação em função das disponibilidades financeiras.
·         Adequar a alimentação em função das patologias existentes.
·         Reorganizar a área de aquisição de bens, tendo em vista a diminuição de custos.
·         Melhorar e rentabilizar o serviço prestado pela cafetaria.


  1. Serviços Administrativos
·         Reorganizar os serviços de forma a adequa-los às necessidades da Instituição.



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