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segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Verdade e rigor, exige-se!


Reunidos na passada Sexta-feira, para uma rápida análise da Campanha Eleitoral, fomos alertados para uma alegada ilegalidade relacionada com a composição da outra lista que nos obriga, contra a nossa vontade, mas por um imperativo de rigor democrático, a apresentar um pedido de impugnação dirigido ao Presidente da Mesa da Assembleia Geral.

A Lista A lamenta que, não obstante os meios de consulta que o Presidente da Mesa da Assembleia Geral dispõe, tenha, quanto a nós ilegalmente, aceite uma candidatura que não está em conformidade com o que a lei determina e que nos empurra para uma atitude que, repetimos, desejaríamos não ser obrigados a tomar.

Para conhecimento transcrevemos a carta que ainda hoje fazemos chegar ao Presidente da Mesa da Assembleia Geral:



Cacém, 17 Dezembro de 2010

Ex.mo Senhor
Henrique Leitão Costa
Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Associação de Reformados, Pensionistas e Idosos de Agualva-Cacém - ARPIAC

Ao abrigo do disposto no número 4, do artigo 57, do decreto-lei número 119/83, publicado no número 46 – II série, de 25 de Fevereiro de 1983, no Diário da República – Estatutos das IPSS, vimos impugnar a aceitação da lista B concorrente às eleições para os Órgãos Sociais da ARPIAC, para o biénio 2011/2012, nos termos e com os fundamentos seguintes:

1. Considerando o disposto na lei sobre a recandidatura dos membros dos Órgãos Sociais por mais de 2 (dois) mandatos consecutivos (vd. Nº 4 do art.º 57º, supracitado), nomeadamente:

“Não é permitida a eleição de quaisquer membros por mais de 2 (dois) mandatos consecutivos para os Órgãos da Associação, salvo se a Assembleia Geral reconhecer expressamente que é impossível ou inconveniente proceder à sua substituição”;

2. Considerando que, não obstante não se tratar de matéria facultativa, porquanto a norma atrás referida tem carácter imperativo, os próprios Estatutos da ARPIAC remetem para a legislação em vigor (in casu, a atrás referida), a resolução dos casos omissos (cfr. artº 46º dos referidos Estatutos).

Não pode ser considerada válida a lista B, candidata à eleição para os Órgãos Sociais da ARPIAC para o biénio 2011/2012, por três ordens de razões:

a)    Não pode ser utilizado o argumento da impossibilidade da substituição dos actuais órgãos Sociais, uma vez que foi apresentada uma outra lista, composta por sócios na plenitude dos seus direitos e que não integravam os anteriores órgãos Sócias por dois mandatos consecutivos, cfr nºs 1 e 2 dos Estatutos da Associação.

b)    Também não pode invocar-se a inconveniência de substituição dos membros dos Órgãos Sociais integrantes da lista B, porquanto os elementos que integram a lista A preenchem todos os requisitos do artº 8º, números 1. e 2. e outros artigos dos Estatutos da ARPIAC, que reflectem o bom nome e vontade de intervir na vida da Associação.

c)    O sócio nº 312, Manuel Fernandes Pereira, faz parte da lista B integrando o Conselho Fiscal, o que colide com o disposto no número 4, do artigo 57º do decreto-lei 119/83, já que vem fazendo parte dos sucessivos Órgãos Directivos até agora eleitos.



Por outro lado, e se dúvidas houvesse, teria de ser a Assembleia Geral da Associação, convocada para tal efeito, a pronunciar-se sobre o nº 4º do artº 57º de D.L. 119/83, de 25/02, no caso de haver lista única, o que também não é o caso, além do que não poderia validamente deliberar contra o disposto na lei.

                                                       

                                                                                  A bem da Associação ARPIAC,

                                                                                        Lista A – MUDAR para SERVIR



Estamos confiantes que o Presidente da Mesa da Assembleia Geral não deixará de assumir as medidas que se impõem na prossecução da política de isenção a que publicamente se comprometeu.


Não abdicamos da verdade e do rigor


Contamos consigo para MUDAR

Queremos contar com o seu voto

na

LISTA A

domingo, 19 de dezembro de 2010

Porque hoje é Domingo… (O livro e as pedras)



O livro e as pedras

Há por aí muito boa gente que fala de obra feita quando se refere à ARPIAC. E fala bem, pois que, em tese, por muito pouco que se faça, sempre se faz alguma coisa.

Longe de nós a ideia de refutarmos, liminarmente, essas falas, não reconhecendo o trabalho que desde a constituição da ARPIAC os sucessivos dirigentes e associados desenvolveram.

Contudo, um pouco do vosso tempo e da vossa paciência para nos acompanharem num pequeno exercício que melhor ilustre uma das principais razões pela qual vale a pena votar na Lista A.



Vamos supor que nos dirigimos a uma livraria para adquirir uma obra de um escritor de nomeada. Escolhemos o livro, maravilhosamente encadernado em couro, bem trabalhado, com impressão na lombada gravada a fogo e com o papel destinado à impressão do texto da melhor qualidade. Uns amigos até nos ajudaram a comprar esse livro. Claro que nos deu algum trabalho encontrar o local onde o livro se vendia e a convencer os nossos amigos a contribuírem para a compra, mas explicando-lhes os objectivos que alcançaríamos com a leitura do livro, foram simpáticos.

Já em casa, comodamente instalados, decidimos inaugurar o livro, ou seja, decidimos começar a lê-lo, para o que nos rodeámos de todas as condições para o podermos fazer de uma forma asséptica, que é como quem diz, com boas condições de luz, tecnicamente colocada para não criar sombras, um encosto de cabeça para impedir uma fadiga excessiva.

E, com tudo pronto, abrimos o livro e começamos a passar as páginas, lentamente primeiro, mais depressa, cada vez mais depressa, ainda mais depressa, ansiosos, desesperados… O livro estava em branco! Não tinha a-bso-lu-ta-men-te nada escrito.

Parecia um Livro, mas não era um livro. Não tinha alma. Não tinha humanidade. Era uma coisa.



Deixemos agora a nossa casa e esqueçamos o livro. Vamos ao edifício moderno onde a ARPIAC está instalada. Um edifício moderno, com relativas boas condições, com iluminação adequada e com uma assepsia quase perfeita. Também aqui, os amigos, os cidadãos contribuintes, ajudaram com os subsídios a comprar, a construir aquele edifício. Mas, à semelhança do livro, quando o começamos a percorrer, encontramos uma boa construção e muito boas ajudas técnicas, não lhe encontramos é alma. Não sentimos humanidade.

Não sentimos diálogo, não sentimos calor, não sentimos solidariedade, não sentimos respeito, não sentimos igualdade, não sentimos liberdade, não sentimos… Apenas nos apercebemos de pessoas que esperam… Esperam… E esperam…

Algo nos transmite a sensação desconfortável que cada uma das pessoas que ali está se sente institucionalizada. Cada uma na sua cama, na sua cadeira, aguarda as rotinas do dia-a-dia.

Claro que as pessoas não são mal tratadas! Claro que lhes é proporcionado o melhor conforto possível! Claro que as refeições, os tratamentos e a higiene são feitas a tempo e horas. Claro que por vezes os funcionários, de fugida, lhes fazem alguma carícia ou dizem: Então Sr.ª Maria como estamos hoje?... Mas, muitas vezes, nem esperam uma resposta. Também (e a culpa não é deles) não têm tempo para ouvir a D. Maria, a quem a família só vem visitar de tempos a tempos. É que o Sr. José, sentado uns metros mais à frente, precisa, devido à sua incontinência, de ajuda. É a falta de tempo. É a rotina instalada que desumaniza.

Claro que aquelas pessoas se não sentem no seu Lar. Claro que é preciso que “aquele livro” (aquele edifício) não fique em branco, é preciso dar-lhe conteúdo, para o humanizar. É preciso que dentro daquelas pedras aquelas pessoas se sintam pessoas.


Claro que é preciso, é urgente, HUMANIZAR AS PEDRAS!

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Triste Inovação…

Fonte: http://hometownmemories.tumblr.com/


Para os associados que ainda tinham dúvidas e esperanças nas promessas de inovação que lhes são propostas por outros, que não nós, a dura realidade chegou.

Estamos perante a montanha que pariu um rato!

Primeiro porque o conceito de inovar já está subtilmente a transformar-se no que agora chamam uma ARPIAC renovada.

Renovar a ARPIAC?!?! Não somos nós que estamos a afirmar que a ARPIAC está velha e, por isso, precisa de se renovar. Contudo, renovar já não chega. É imprescindível MUDAR. E isso, somos nós que desde sempre o vimos dizendo. Nós não representamos a continuidade. Nós somos o futuro e queremos e vamos MUDAR a ARPIAC para SERVIR os sócios e utentes.

Há, infelizmente, quem se apresente aos associados com uma proposta que dizem inovadora… mas, apenas falam do passado. Viram-se para o passado! Vivem do passado! Querem a continuação do passado.

É por não terem um projecto de inovação, um projecto de futuro, como já está demonstrado, que vêm copiando as acções da “Lista A”, já os contactos autárquicos, já as ideias e, até, de algum modo, já o grafismo do nosso Blogue.

(Até os actuais Corpos Gerentes da ARPIAC copiaram a proposta de Regulamentação eleitoral que por iniciativa da Lista A foi entregue ao Presidente da Mesa da Assembleia Geral e aprovada em Assembleia Geral)

Triste inovação…


Nós, Lista A, somos uma equipa (vide AQUI) virada para a mudança. Não pela mudança em si mesma, mas pela necessidade de mudar, consubstanciada nas dificuldades que estão já ao virar da esquina. A nossa equipa tem no seu seio pessoas que não caíram do céu no movimento associativo. São pessoas com 10, 20 30 ou mais anos de experiência associativa e com profissões que constituem uma mais-valia na gestão da ARPIAC.

Durante muitas horas analisaram, sobre todos os pontos de vista, a ARPIAC e estão todos aptos a decidir no âmbito das respectivas funções dirigentes os melhores caminhos. Não precisam de um chefe que lhes ordene o que têm que fazer. Constituem uma equipa responsável e com um Coordenador democraticamente aceite. Não há imposições. Há trabalho de equipa.

A “Lista A – MUDAR para SERVIR” é uma equipa de futuro e para o futuro. Assim o queiram os sócios.

Na realidade somos nós que estamos a inovar.


Não abdicamos da verdade e do rigor


Contamos consigo para MUDAR

Queremos contar com o seu voto

na

LISTA A

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

A mudança já começou...


A MUDANÇA JÁ COMEÇOU… e ainda não fomos eleitos!


Informa-se que o ainda Presidente da Mesa da Assembleia Geral da ARPIAC deu a conhecer a um membro da Lista “MUDAR para SERVIR” que todas as sugestões constantes da Proposta de Regulamento Eleitoral (Vide AQUI) foram aceites.

Mesmo todas? Não! As referidas na alínea c) do N.º 8 da Proposta (Enviar num único envelope, via CTT, para cada associado da ARPIAC, uma folha num formato nunca superior a A4 que lhe seja entregue até 15 antes do Acto eleitoral por cada Lista.) foram rejeitadas.

Na verdade esta matéria não podia ser decidida pelo ainda Presidente da Mesa da Assembleia Geral e, tê-lo-á sido, provavelmente, pelo ainda Presidente da Direcção. Não nos surpreende esta decisão que foi tomada, eventualmente, à pala de razões alegadamente económicas. Na realidade a democracia é cara…

Não queremos, porém, deixar de realçar a atitude correcta do ainda Presidente da Mesa da Assembleia Geral sem que por isso deixemos de estar atentos à continuidade de todo o processo eleitoral.

Não abdicamos da verdade e do rigor


Contamos consigo para MUDAR

Queremos contar com o seu voto

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Para melhor está bem, está bem...




1
Ai que linda troca de olhos, ai que linda troca de olhos
Fizeram-me agora ali, fizeram-me agora ali
Trocaram-se os olhos pretos, trocaram-se os olhos pretos
Por uns outros que eu bem vi, por uns outros que eu bem vi

Para melhor está bem, está bem, para pior já basta assim
Para melhor está bem, está bem, para pior já basta assim

2
Tenho a chula no meu corpo, tenho a chula no meu corpo
Tenho o vira nos meus braços, tenho o vira nos meus braços
Quando eu trabalhar por gosto, quando eu trabalhar por gosto
Nem vou saber de cansaços, nem vou saber de cansaços

Para melhor está bem, está bem, para pior já basta assim
Para melhor está bem, está bem, para pior já basta assim

3
Meu amor não me falou, meu amor não me falou
Fez-me linda companhia, fez-me linda companhia
Ai às quatro é de noite, ai às quatro é de noite
E às cinco é de dia, e às cinco é de dia

Para melhor está bem, está bem, para pior já basta assim
Para melhor está bem, está bem, para pior já basta assim

4
Dizem que é da justiça, dizem que é da justiça,
De dar o seu ao seu dono, de dar o seu ao seu dono
Mas porque entregar terras, mas porque entregar terras
A quem as deixa ao abandono, a quem as deixa ao abandono

Para melhor está bem, está bem, para pior já basta assim
Para melhor está bem, está bem, para pior já basta assim

5
Dizes que gostas de mim, dizes que gostas de mim
O teu gosto é só um engano, o teu gosto é só um engano
Tu cortas na minha vida, tu cortas na minha vida
Como a tesoura no pano, como a tesoura no pano

Para melhor está bem, está bem, para pior já basta assim
Para melhor está bem, está bem, para pior já basta assim

6
Não tenho cama nem casa, não tenho cama nem casa
Ando por quatro caminhos, ando por quatro caminhos
Dois que cheiram mal se vêm, dois que cheiram mal se vêm
Outros dois com mais cheirinho, outros dois com mais cheirinho

Para melhor está bem, está bem, para pior já basta assim
Para melhor está bem, está bem, para pior já basta assim
Chula - Composição: Tradicional (Adaptação de Fausto e Sérgio Godinho)


E na ARPIAC, vamos para melhor? Porque… já basta assim!

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terça-feira, 2 de novembro de 2010

As eleições vistas de fora


Na blogosfera já se fala da Lista “MUDAR para SERVIR”.

Porque nos parece merecer alguma reflexão sugerimos a leitura do texto “Eleições na ARPIAC” a que se pode aceder no Blogue da “Urbanização de Vale Mourão”.

Não queremos, contudo, deixar de reproduzir o vídeo dos “Deolinda – Movimento Perpétuo Associativo” pela oportunidade da respectiva letra e como uma critica que pode vir a ser um incentivo à participação dos sócios que querem MUDAR a ARPIAC para realmente SERVIR.

CONTAMOS CONSIGO PARA MUDAR A ARPIAC
ESCUTE O VÍDEO
(Ligue o som)

 


Movimento Perpétuo Associativo