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segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Mensagem aos associados

Da esquerda para a direita:
Rui Narciso, Ana Maria Ferreira e Duarte Guimarães

Lista A

MUDAR para SERVIR

Mensagem aos Associados

Quando assumimos a candidatura da lista A - “MUDAR para SERVIR” - aos Órgãos Sociais da ARPIAC, para o biénio 2011/2012, foi convictos de que queremos e podemos fazer melhor.

► Sabemos do afastamento dos Associados da vida da Associação!
·        Entendemos que só com eles podemos almejar a um futuro mais promissor e engrandecedor para a ARPIAC.

► Os Utentes de qualquer das valências (Lar, Centro de Dia, Apoio Domiciliário, Creche) são a pedra de toque para uma Direcção forte, rigorosa e transparente.
·        Saberemos equacionar o nosso trabalho em função das suas necessidades, do acompanhamento que lhes é devido e do conforto que merecem.

► Dos trabalhadores da ARPIAC depende em muito o êxito da Instituição.
·        Teremos um compromisso absoluto com os direitos legais dos trabalhadores, sabendo que só com eles as intervenções junto de cada utente terão sucesso.

► A obra não deve parar, desde que com conteúdo e forma, humanizada nos seus propósitos e enquadrada nas reais necessidades da comunidade.
·        A consciência do dever cumprido não pode ser limitada no tempo! Antes deve ser medida pelo resultado obtido e pelo cumprimento escrupuloso na sua vertente mais lógica, - A humanização da Instituição.

► A verdade e a transparência são essenciais ao bom funcionamento da ARPIAC.
·        Não abdicaremos nem de uma nem de outra, pois essa é e será sempre a nossa postura.

Em democracia, a metodologia associativa só pode ser encarada num único sentido – Os cargos são sempre temporários e transitórios e nunca uma forma de apego ao poder.



Mesa da Assembleia Geral

Da esquerda para a direita:
Porfírio Ramos, Rui Narciso, José Henriques Dias e Rui Pedro Ferreira Cabral

Enquanto candidatos a membros da Mesa da Assembleia Geral defendemos intransigentemente a liberdade de expressão indissociável de uma cidadania de responsabilidade e garantimos a implementação de condições para a participação dos sócios em condições de igualdade.


Presidente
Rui Narciso
(Bancário, Dirigente Associativo
e ex-Dirigente da Academia Cultural)

Vice-Presidente
José Henriques Dias
(Empresário)

1º Secretário
Porfírio Ramos
(Inspector da Segurança Social
e Dirigente Associativo)

2º Secretário
Rui Pedro Ferreira Cabral
(Urbanista)

Direcção

Da esquerda para a direita:
1ª Fila: Horácio Pimenta, Bruno Morais, Jorge Avelino e António Silva
2ª Fila: Carlos Teixeira, Duarte Guimarães, Manuel Figueiredo, João Tristão e José Brites

Enquanto candidatos a membros da Direcção comprometemo-nos a envolver os associados na vida da ARPIAC e, porque somos gente de palavra, a honrar os compromissos que livremente estamos a assumir com todos os sócios.


Presidente
Duarte Guimarães
(Gestor de Empresas, Vice-Presidente da ARPIAC e ex-Assessor do
Governo Regional dos Açores para o Movimento Associativo e Cooperativo)

1º Vice-Presidente
Manuel Figueiredo
(Presidente Conselho Executivo de Agrupamento Escolas
 e Director do Pelouro de Pessoal da ARPIAC)

2º Vice-Presidente
Carlos Teixeira
(Oficial de Justiça, ex-Dirigente Associativo
 e ex-Vice-Presidente da Academia Cultural)

1º Vogal
João Tristão
(Técnico de Meteorologia e Dirigente Associativo)

2º Vogal
Horácio Pimenta
(Técnico Projectista
 e ex-Vogal do Conselho Directivo da Academia Cultural)

1º Suplente
Jorge Avelino
(Agente da PSP)

2º Suplente
José Brites
(Administração e Contabilidade)

3º Suplente
Bruno Morais
(Técnico de Informática)

4º Suplente
António Silva
(Bombeiro)

Conselho Fiscal

Da esquerda para a direita:
Ricardo Silva, Ana Maria Ferreira, Fernanda Rodrigues, Agostinho Gimbra e Luís Macedo


Enquanto candidatos a membros do Conselho Fiscal responderemos exclusivamente perante as nossas consciências e os sócios da ARPIAC, desenvolvendo todas as acções que os Estatutos e a Lei nos conferem, para um cabal desempenho das nossas acções de fiscalização.

Presidente
Ana Maria Ferreira
(Auditora Segurança Social)

Secretário
Fernanda Rodrigues
(Funcionária Pública)

Relator
Ricardo Silva
(Antropólogo e Terapeuta)

1ºSuplente
Luís Macedo
(Empresário)

2º Suplente
Agostinho Gimbra
(Técnico de fresagem)




O NOSSO COMPROMISSO


·        Tratar com igualdade as admissões de trabalhadores e de utentes na Arpiac.
·        Melhorar o serviço prestado aos utentes de Lar, Centro de Dia, Apoio Domiciliário, Creche e Academia Cultural.
·        Criar a Unidade de Cuidados Continuados.
·        Envolver os Associados na vida da Associação.
·        Apurar e informar do estado das contas da Associação.
·        Acabar com a falta de transparência, exigindo respeito pelas hierarquias e instituindo regras de trabalho e disciplina rigorosa.
·        Reestruturar os vários departamentos da Instituição de forma a rentabilizar os serviços prestados.
·        Aumentar a capacidade do Centro de Dia, da cozinha e do refeitório.
·        Implementar o Sistema de Gestão de Qualidade dos serviços prestados.
·        Celebrar acordos e protocolos com organismos oficiais e outras entidades, para mais estreita colaboração e com vista ao aproveitamento de sinergias para o bem-estar da comunidade.
·        Reorganizar a revista trimestral da Associação e criar um portal (site) na internet para aproximar a ARPIAC dos sócios e população em geral.

Não abdicamos da verdade e do rigor


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Humanizar as pedras








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sábado, 18 de dezembro de 2010

O que queremos - 11



O nosso compromisso com os sócios da ARPIAC está transcrito no documento "O que queremos" que pode ser lido AQUI.

A forma sintética como esse documento se apresenta obriga-nos, com todo o gosto, a desenvolver cada uma das onze ideias ali contidas.

É o que estamos a fazer de forma progressiva




Reorganizar a revista trimestral da Associação e criar um portal (site) na internet
para aproximar a ARPIAC dos sócios e população em geral.


Diagnóstico:

A ARPIAC não informa nem comunica. E não o faz à pala de alegadas carências financeiras.

Em termos de instrumentos de divulgação escrita coloca uns (poucos) comunicados nuns escaparates no interior das instalações e imprime (?) umas folhas que não divulga pelos sócios.

No que se refere à comunicação digital não teve qualquer capacidade inovadora como, por exemplo, a iniciativa de contactar por correio electrónico os associados que dispusessem de acesso à Internet para o que teria de criar uma base de dados para o efeito.

Também a criação de um Portal (website) onde institucionalmente a ARPIAC se revelasse em todas as suas capacidades e valências não mereceu o apoio desta e de anteriores Direcções.

A pequena acção de em 2009 a ARPIAC criar um Blogue revelou-se inútil, não só pelo conteúdo, como pelo aspecto gráfico, nada apelativo e, pasme-se!, não durou mais do que 1 mês. Serviu tão somente para alimentar o ego de algum dirigente.

A ARPIAC, (a actual Direcção e algumas anteriores, bem como os que se assumem seus continuadores,) vive no passado e procura, não promovendo o conhecimento e a informação pública, manter o poder que o conhecimento confere. Com esta politica, a politica da ignorância, os associados sentem que a instituição não é “coisa” sua. E não devia ser assim!

Urge MUDAR.


Prognóstico:

O conhecimento, além de poder, confere uma capacidade de decisão que faz das mulheres e dos homens cidadãos livres, pelo que se impõe:

ü  Organizar em moldes diferentes uma revista trimestral, de carácter informativo e formativo, a enviar para casa dos associados e a distribuir pelas entidades mais relevantes do Concelho de Sintra, sustentada, essencialmente, no aspecto económico através de publicidade.

ü  Criar um Portal (website) de natureza institucional que seja um repositório de toda a informação e regulamentação da ARPIAC de forma a promover a transparência na gestão da instituição.

ü  Criar um Blogue para permitir uma comunicação mais acessível, frequente e atempada com os sócios, designadamente de informação temporalmente localizada.

ü  Criar um Fórum, de acesso exclusivo aos sócios, para permitir uma comunicação e colaboração entre os associados e a ARPIAC.

ü  Implementar um contacto de proximidade através de comunicação por correio electrónico, criando para o efeito o “infoARPIAC”.



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LISTA A

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

O que queremos - 5



O nosso compromisso com os sócios da ARPIAC está transcrito no documento "O que queremos" que pode ser lido AQUI.
A forma sintética como esse documento se apresenta obriga-nos, com todo o gosto, a desenvolver cada uma das onze ideias ali contidas.
É o que estamos a fazer de forma progressiva


Apurar e informar do estado das contas da Associação

Podemos afirmar que todo e qualquer tipo de informação deve ser credível para que as pessoas a quem a mesma se destina possam retirar conclusões idóneas.
Se se considera este princípio como um objectivo a atingir para a generalidade da informação ele será, ainda da maior importância quando diz respeito à informação financeira produzida pelas Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS), entre as quais se incluem as associações, visto que a mesma se destina a ser interpretada e compreendida não só pela Segurança Social, mas também pelos seus associados.
Uma vez que as contas das Associações (IPSS, caso ARPIAC) têm que ser obrigatoriamente apresentadas à Tutela (Segurança Social) para análise e obtenção do respectivo “visto”, devem estas obedecer aos requisitos legalmente aplicáveis.
Para o estreito cumprimento do que se encontra consignado quer na lei geral, quer nos Estatutos das IPSS (alínea b), n.º 1 do art.º 13º, do Decreto-Lei n.º 119/83, de 25 de Fevereiro), quer ainda nos Estatutos da ARPIAC (alínea b), do art.º 33º) no que respeita a contas de gerência, existem diversos mecanismos ao alcance dos responsáveis pela sua elaboração. Entre esses mecanismos encontram-se a realização de auditorias (auditoria interna, auditoria previsional) e a implementação de um sistema de controlo interno credível, uma vez que os objectivos deste último visam, entre outros, assegurar a confiança e a integridade da informação, a salvaguarda dos activos, a utilização económica e eficiente dos recursos, a conformidade com os planos, procedimentos, leis e regulamentos.
Assim sendo e de acordo com a alínea b) do supracitado art.º 33º que define que compete à Direcção “elaborar e submeter anualmente ao parecer do Conselho Fiscal, o Relatório e Contas de Gerência” os membros do Conselho Fiscal, que têm essa responsabilidade, realizarão auditorias (testes de controlo) a fim de apurar o estado das respectivas Contas para, com todo o rigor e transparência, estarem habilitados a informar os associados, como lhes compete, sobre a real situação financeira da ARPIAC.

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quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

O que queremos - 4


O nosso compromisso com os sócios da ARPIAC está transcrito no documento "O que queremos" que pode ser lido AQUI.

A forma sintética como esse documento se apresenta obriga-nos, com todo o gosto, a desenvolver cada uma das onze ideias ali contidas.

É o que estamos a fazer de forma progressiva



Envolvimento dos Associados na vida da ARPIAC


Uma Associação não pode viver isolada, nem da sociedade que a envolve, nem dos associados que a integram.

Os associados representam a mola impulsionadora da vida da Associação, pois são eles que, em última análise, decidem da própria vida da Instituição.

Tem havido um afastamento, reconhecido por todos, dos associados em relação ao que se passa na ARPIAC. A lista “MUDAR para SERVIR” quer inverter esta situação.

1.     Incrementar e/ou melhorar as diversas formas possíveis de motivação para que a Academia possa constituir um verdadeiro pólo de encontro de todos os Associados.

2.     Organizar eventos de índole cultural ou recreativa no sentido de chamar os Associados à ARPIAC.

3.     Realizar palestras e colóquios para dar cumprimento ao artigo 2º dos Estatutos da Associação que diz: “ A Associação tem por objectivos contribuir para a promoção da cidade de Agualva-Cacém…”.

4.     Reorganizar o “Painel da Saudade” e criar um “site” na internet para que constituam um elo de ligação permanente entre o Associado e a Arpiac.


A ARPIAC é dos sócios e com eles deve interagir para que tudo se processe com clareza, conhecimento e no tempo próprio. A grandeza da Instituição depende essencialmente da vontade dos Associados e, por força da razão, de quem põe eles é eleito.



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terça-feira, 14 de dezembro de 2010

O que queremos - 10


O nosso compromisso com os sócios da ARPIAC está transcrito no documento "O que queremos" que pode ser lido AQUI.

A forma sintética como esse documento se apresenta obriga-nos, com todo o gosto, a desenvolver cada uma das onze ideias ali contidas.

É o que estamos a fazer de forma progressiva.




Celebrar acordos e protocolos com organismos oficiais e outras entidades,
para uma mais estreita colaboração e com vista ao aproveitamento de sinergias
para o bem-estar da comunidade
                                        


A Constituição da República Portuguesa, no n.º 3 do artigo 63º, consagra o direito de livre constituição de instituições particulares de solidariedade social não lucrativas, tendo em vista a prossecução de objectivos de segurança social, nomeadamente através do desenvolvimento de actividades de acção social de apoio à família, infância, juventude, população com deficiência e à terceira idade, instituições que, atendendo aos relevantes objectivos sociais que livremente prosseguem, são regulamentadas por lei e estão sujeitas a fiscalização do Estado.
Sendo a ARPIAC uma Instituição Particular de Solidariedade Social (IPSS) foi a mesma constituída por iniciativa de particulares com o propósito de dar expressão organizada ao dever moral de solidariedade e de justiça, tendo por objectivo contribuir para a promoção da população da cidade de Agualva-Cacém através da criação, manutenção e desenvolvimento de diversas actividades, entre as quais o apoio aos associados na velhice e invalidez, o apoio às famílias (visando a sua integração social e comunitária), o apoio às crianças e jovens e a outras iniciativas de carácter cultural.
As associações não podem nem devem viver isoladamente do resto da comunidade, havendo mecanismos que privilegiam o intercâmbio entre estas e as entidades privadas, mediante a celebração de acordos, abrangendo um leque variado de serviços, em que as partes se vinculam a assumir determinados compromissos, resultando daqui manifestos benefícios para ambas as partes.
A concessão de apoios de natureza material, técnica e financeira é efectivada através da celebração de acordos de cooperação para salvaguarda dos direitos e obrigações das partes envolvidas, atento o fim eminentemente social, que se traduz no desenvolvimento de serviços e actividades, que o Estado incumbe prioritariamente garantir.
As cooperações entre os centros distritais e as instituições particulares de solidariedade social têm por finalidade a concessão de prestações sociais e baseia-se no reconhecimento e valorização, por parte do Estado, do contributo das instituições para a realização dos fins da acção social, enquanto expressão organizada da sociedade civil.
Assim, a ARPIAC propõe-se celebrar acordos e protocolos com todas as entidades (públicas e privadas) que queiram com ela colaborar, para que os seus utentes possam beneficiar de serviços gratuitos, designadamente na área da saúde e da segurança social que, seguramente, vão contribuir para proporcionar uma vida mais longa e com melhor qualidade de vida.
Tendo em conta a situação de crise que o nosso país enfrenta, que cada vez tem maior dificuldade em dar resposta às necessidades dos seus cidadãos, é um dever da ARPIAC assumir verdadeiramente, com sentido de responsabilidade e de cidadania, o seu lugar como parceiro do Estado, a fim de minimizar as situações graves daí emergentes.