terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Os sócios perderam



Os resultados eleitorais oficiais são os seguintes:

Votantes: 296
Lista A: 133
Lista B: 152
Votos Nulos: 4
Votos Brancos: 7

A Lista A agradece a todos os associados que acreditaram e votaram no Programa de Candidatura com que se apresentou a sufrágio.

Amanhã um novo dia terá início e continuaremos a trabalhar com o mesmo entusiasmo com que nos apresentámos aos sócios, independentemente dos resultados obtidos, conscientes de que a ARPIAC necessita de MUDAR.

Continuamos convictos de que a mudança só se faz com as pessoas (com os sócios) e queremos continuar a contar com todos os que queiram colocar as pessoas no centro das decisões para HUMANIZAR AS PEDRAS.

Ainda antes da tomada de posse da nova Direcção voltaremos, enquanto Lista A, a dirigir-nos aos associados numa análise interpretativa dos resultados eleitorais.


Os associados da ARPIAC contam connosco.

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Mensagem aos associados

Da esquerda para a direita:
Rui Narciso, Ana Maria Ferreira e Duarte Guimarães

Lista A

MUDAR para SERVIR

Mensagem aos Associados

Quando assumimos a candidatura da lista A - “MUDAR para SERVIR” - aos Órgãos Sociais da ARPIAC, para o biénio 2011/2012, foi convictos de que queremos e podemos fazer melhor.

► Sabemos do afastamento dos Associados da vida da Associação!
·        Entendemos que só com eles podemos almejar a um futuro mais promissor e engrandecedor para a ARPIAC.

► Os Utentes de qualquer das valências (Lar, Centro de Dia, Apoio Domiciliário, Creche) são a pedra de toque para uma Direcção forte, rigorosa e transparente.
·        Saberemos equacionar o nosso trabalho em função das suas necessidades, do acompanhamento que lhes é devido e do conforto que merecem.

► Dos trabalhadores da ARPIAC depende em muito o êxito da Instituição.
·        Teremos um compromisso absoluto com os direitos legais dos trabalhadores, sabendo que só com eles as intervenções junto de cada utente terão sucesso.

► A obra não deve parar, desde que com conteúdo e forma, humanizada nos seus propósitos e enquadrada nas reais necessidades da comunidade.
·        A consciência do dever cumprido não pode ser limitada no tempo! Antes deve ser medida pelo resultado obtido e pelo cumprimento escrupuloso na sua vertente mais lógica, - A humanização da Instituição.

► A verdade e a transparência são essenciais ao bom funcionamento da ARPIAC.
·        Não abdicaremos nem de uma nem de outra, pois essa é e será sempre a nossa postura.

Em democracia, a metodologia associativa só pode ser encarada num único sentido – Os cargos são sempre temporários e transitórios e nunca uma forma de apego ao poder.



Mesa da Assembleia Geral

Da esquerda para a direita:
Porfírio Ramos, Rui Narciso, José Henriques Dias e Rui Pedro Ferreira Cabral

Enquanto candidatos a membros da Mesa da Assembleia Geral defendemos intransigentemente a liberdade de expressão indissociável de uma cidadania de responsabilidade e garantimos a implementação de condições para a participação dos sócios em condições de igualdade.


Presidente
Rui Narciso
(Bancário, Dirigente Associativo
e ex-Dirigente da Academia Cultural)

Vice-Presidente
José Henriques Dias
(Empresário)

1º Secretário
Porfírio Ramos
(Inspector da Segurança Social
e Dirigente Associativo)

2º Secretário
Rui Pedro Ferreira Cabral
(Urbanista)

Direcção

Da esquerda para a direita:
1ª Fila: Horácio Pimenta, Bruno Morais, Jorge Avelino e António Silva
2ª Fila: Carlos Teixeira, Duarte Guimarães, Manuel Figueiredo, João Tristão e José Brites

Enquanto candidatos a membros da Direcção comprometemo-nos a envolver os associados na vida da ARPIAC e, porque somos gente de palavra, a honrar os compromissos que livremente estamos a assumir com todos os sócios.


Presidente
Duarte Guimarães
(Gestor de Empresas, Vice-Presidente da ARPIAC e ex-Assessor do
Governo Regional dos Açores para o Movimento Associativo e Cooperativo)

1º Vice-Presidente
Manuel Figueiredo
(Presidente Conselho Executivo de Agrupamento Escolas
 e Director do Pelouro de Pessoal da ARPIAC)

2º Vice-Presidente
Carlos Teixeira
(Oficial de Justiça, ex-Dirigente Associativo
 e ex-Vice-Presidente da Academia Cultural)

1º Vogal
João Tristão
(Técnico de Meteorologia e Dirigente Associativo)

2º Vogal
Horácio Pimenta
(Técnico Projectista
 e ex-Vogal do Conselho Directivo da Academia Cultural)

1º Suplente
Jorge Avelino
(Agente da PSP)

2º Suplente
José Brites
(Administração e Contabilidade)

3º Suplente
Bruno Morais
(Técnico de Informática)

4º Suplente
António Silva
(Bombeiro)

Conselho Fiscal

Da esquerda para a direita:
Ricardo Silva, Ana Maria Ferreira, Fernanda Rodrigues, Agostinho Gimbra e Luís Macedo


Enquanto candidatos a membros do Conselho Fiscal responderemos exclusivamente perante as nossas consciências e os sócios da ARPIAC, desenvolvendo todas as acções que os Estatutos e a Lei nos conferem, para um cabal desempenho das nossas acções de fiscalização.

Presidente
Ana Maria Ferreira
(Auditora Segurança Social)

Secretário
Fernanda Rodrigues
(Funcionária Pública)

Relator
Ricardo Silva
(Antropólogo e Terapeuta)

1ºSuplente
Luís Macedo
(Empresário)

2º Suplente
Agostinho Gimbra
(Técnico de fresagem)




O NOSSO COMPROMISSO


·        Tratar com igualdade as admissões de trabalhadores e de utentes na Arpiac.
·        Melhorar o serviço prestado aos utentes de Lar, Centro de Dia, Apoio Domiciliário, Creche e Academia Cultural.
·        Criar a Unidade de Cuidados Continuados.
·        Envolver os Associados na vida da Associação.
·        Apurar e informar do estado das contas da Associação.
·        Acabar com a falta de transparência, exigindo respeito pelas hierarquias e instituindo regras de trabalho e disciplina rigorosa.
·        Reestruturar os vários departamentos da Instituição de forma a rentabilizar os serviços prestados.
·        Aumentar a capacidade do Centro de Dia, da cozinha e do refeitório.
·        Implementar o Sistema de Gestão de Qualidade dos serviços prestados.
·        Celebrar acordos e protocolos com organismos oficiais e outras entidades, para mais estreita colaboração e com vista ao aproveitamento de sinergias para o bem-estar da comunidade.
·        Reorganizar a revista trimestral da Associação e criar um portal (site) na internet para aproximar a ARPIAC dos sócios e população em geral.

Não abdicamos da verdade e do rigor


Contamos consigo para MUDAR

Queremos contar com o seu voto

VOTA LISTA A

A “mais do mesmo” concorre coxa




Perante o protesto requerendo a impugnação de aceitação da outra lista (vide AQUI) o Presidente da Mesa da Assembleia Geral decidiu o seguinte:


Decisão:

No uso da alínea a) do artº. 25º doa Estatutos, e convidado a decidir a reclamação apresentada pela Lista A, concorrente à eleição dos Corpos Sociais da ARPIAC, alegado e fundamentado na carta de 17.12.2010, tomo a seguinte decisão:

Perante a complexidade da questão suscitada que carece de ser esclarecida por parecer jurídico agora solicitado ao ISS;

E porque a Lista B foi admitida ao acto eleitoral; o associado Manuel Fernandes Pereira será mantido afastado do Conselho Fiscal de acordo com o referido parecer jurídico, atendendo a que a eventual exclusão daquele membro suplente não invalida a constituição do referido Órgão Social que manterá a sua capacidade deliberativa.

A presente decisão não prejudica eventual recurso nos termos legais.

O Presidente da Assembleia Geral


Das consequências da decisão tomada permitimo-nos tirar as seguintes ilações:

ü  Os associados eleitores vão exercer o voto na perspectiva de que a composição das listas é a que lhes foi atempadamente comunicada, ignorando a decisão do Presidente da Mesa da Assembleia Geral que autoriza que uma Lista concorra incompleta;

ü  O Presidente da Mesa Assembleia Geral revelou pouca preocupação ao não examinar atentamente da legitimidade das candidaturas que lhe foram apresentadas;

ü  A outra lista foi constituída sem preocupações legais, não só induzindo em eventual erro o Presidente da Mesa da Assembleia Geral, como não revelando respeito democrático pelos associados;

ü  Esta não preocupação é tão mais surpreendente quanto a outra lista tem na sua composição pessoas com formação jurídica;

ü  A outra lista vai a sufrágio “coxa”, pois, conforme a decisão do Presidente da Mesa da Assembleia Geral “o associado Manuel Fernandes Pereira será mantido afastado do Conselho Fiscal”.

Estamos, no mínimo, perante uma demonstração de incompetência do Presidente da Mesa da Assembleia Geral e de uma lista que se candidata à gestão da ARPIAC, o que não seria relevante se não fossem as responsabilidades que essa mesma gestão exige.


Humanizar as pedras








Não abdicamos da verdade e do rigor


Contamos consigo para MUDAR

Queremos contar com o seu voto

VOTA LISTA A

Verdade e rigor, exige-se!


Reunidos na passada Sexta-feira, para uma rápida análise da Campanha Eleitoral, fomos alertados para uma alegada ilegalidade relacionada com a composição da outra lista que nos obriga, contra a nossa vontade, mas por um imperativo de rigor democrático, a apresentar um pedido de impugnação dirigido ao Presidente da Mesa da Assembleia Geral.

A Lista A lamenta que, não obstante os meios de consulta que o Presidente da Mesa da Assembleia Geral dispõe, tenha, quanto a nós ilegalmente, aceite uma candidatura que não está em conformidade com o que a lei determina e que nos empurra para uma atitude que, repetimos, desejaríamos não ser obrigados a tomar.

Para conhecimento transcrevemos a carta que ainda hoje fazemos chegar ao Presidente da Mesa da Assembleia Geral:



Cacém, 17 Dezembro de 2010

Ex.mo Senhor
Henrique Leitão Costa
Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Associação de Reformados, Pensionistas e Idosos de Agualva-Cacém - ARPIAC

Ao abrigo do disposto no número 4, do artigo 57, do decreto-lei número 119/83, publicado no número 46 – II série, de 25 de Fevereiro de 1983, no Diário da República – Estatutos das IPSS, vimos impugnar a aceitação da lista B concorrente às eleições para os Órgãos Sociais da ARPIAC, para o biénio 2011/2012, nos termos e com os fundamentos seguintes:

1. Considerando o disposto na lei sobre a recandidatura dos membros dos Órgãos Sociais por mais de 2 (dois) mandatos consecutivos (vd. Nº 4 do art.º 57º, supracitado), nomeadamente:

“Não é permitida a eleição de quaisquer membros por mais de 2 (dois) mandatos consecutivos para os Órgãos da Associação, salvo se a Assembleia Geral reconhecer expressamente que é impossível ou inconveniente proceder à sua substituição”;

2. Considerando que, não obstante não se tratar de matéria facultativa, porquanto a norma atrás referida tem carácter imperativo, os próprios Estatutos da ARPIAC remetem para a legislação em vigor (in casu, a atrás referida), a resolução dos casos omissos (cfr. artº 46º dos referidos Estatutos).

Não pode ser considerada válida a lista B, candidata à eleição para os Órgãos Sociais da ARPIAC para o biénio 2011/2012, por três ordens de razões:

a)    Não pode ser utilizado o argumento da impossibilidade da substituição dos actuais órgãos Sociais, uma vez que foi apresentada uma outra lista, composta por sócios na plenitude dos seus direitos e que não integravam os anteriores órgãos Sócias por dois mandatos consecutivos, cfr nºs 1 e 2 dos Estatutos da Associação.

b)    Também não pode invocar-se a inconveniência de substituição dos membros dos Órgãos Sociais integrantes da lista B, porquanto os elementos que integram a lista A preenchem todos os requisitos do artº 8º, números 1. e 2. e outros artigos dos Estatutos da ARPIAC, que reflectem o bom nome e vontade de intervir na vida da Associação.

c)    O sócio nº 312, Manuel Fernandes Pereira, faz parte da lista B integrando o Conselho Fiscal, o que colide com o disposto no número 4, do artigo 57º do decreto-lei 119/83, já que vem fazendo parte dos sucessivos Órgãos Directivos até agora eleitos.



Por outro lado, e se dúvidas houvesse, teria de ser a Assembleia Geral da Associação, convocada para tal efeito, a pronunciar-se sobre o nº 4º do artº 57º de D.L. 119/83, de 25/02, no caso de haver lista única, o que também não é o caso, além do que não poderia validamente deliberar contra o disposto na lei.

                                                       

                                                                                  A bem da Associação ARPIAC,

                                                                                        Lista A – MUDAR para SERVIR



Estamos confiantes que o Presidente da Mesa da Assembleia Geral não deixará de assumir as medidas que se impõem na prossecução da política de isenção a que publicamente se comprometeu.


Não abdicamos da verdade e do rigor


Contamos consigo para MUDAR

Queremos contar com o seu voto

na

LISTA A

domingo, 19 de dezembro de 2010

Porque hoje é Domingo… (O livro e as pedras)



O livro e as pedras

Há por aí muito boa gente que fala de obra feita quando se refere à ARPIAC. E fala bem, pois que, em tese, por muito pouco que se faça, sempre se faz alguma coisa.

Longe de nós a ideia de refutarmos, liminarmente, essas falas, não reconhecendo o trabalho que desde a constituição da ARPIAC os sucessivos dirigentes e associados desenvolveram.

Contudo, um pouco do vosso tempo e da vossa paciência para nos acompanharem num pequeno exercício que melhor ilustre uma das principais razões pela qual vale a pena votar na Lista A.



Vamos supor que nos dirigimos a uma livraria para adquirir uma obra de um escritor de nomeada. Escolhemos o livro, maravilhosamente encadernado em couro, bem trabalhado, com impressão na lombada gravada a fogo e com o papel destinado à impressão do texto da melhor qualidade. Uns amigos até nos ajudaram a comprar esse livro. Claro que nos deu algum trabalho encontrar o local onde o livro se vendia e a convencer os nossos amigos a contribuírem para a compra, mas explicando-lhes os objectivos que alcançaríamos com a leitura do livro, foram simpáticos.

Já em casa, comodamente instalados, decidimos inaugurar o livro, ou seja, decidimos começar a lê-lo, para o que nos rodeámos de todas as condições para o podermos fazer de uma forma asséptica, que é como quem diz, com boas condições de luz, tecnicamente colocada para não criar sombras, um encosto de cabeça para impedir uma fadiga excessiva.

E, com tudo pronto, abrimos o livro e começamos a passar as páginas, lentamente primeiro, mais depressa, cada vez mais depressa, ainda mais depressa, ansiosos, desesperados… O livro estava em branco! Não tinha a-bso-lu-ta-men-te nada escrito.

Parecia um Livro, mas não era um livro. Não tinha alma. Não tinha humanidade. Era uma coisa.



Deixemos agora a nossa casa e esqueçamos o livro. Vamos ao edifício moderno onde a ARPIAC está instalada. Um edifício moderno, com relativas boas condições, com iluminação adequada e com uma assepsia quase perfeita. Também aqui, os amigos, os cidadãos contribuintes, ajudaram com os subsídios a comprar, a construir aquele edifício. Mas, à semelhança do livro, quando o começamos a percorrer, encontramos uma boa construção e muito boas ajudas técnicas, não lhe encontramos é alma. Não sentimos humanidade.

Não sentimos diálogo, não sentimos calor, não sentimos solidariedade, não sentimos respeito, não sentimos igualdade, não sentimos liberdade, não sentimos… Apenas nos apercebemos de pessoas que esperam… Esperam… E esperam…

Algo nos transmite a sensação desconfortável que cada uma das pessoas que ali está se sente institucionalizada. Cada uma na sua cama, na sua cadeira, aguarda as rotinas do dia-a-dia.

Claro que as pessoas não são mal tratadas! Claro que lhes é proporcionado o melhor conforto possível! Claro que as refeições, os tratamentos e a higiene são feitas a tempo e horas. Claro que por vezes os funcionários, de fugida, lhes fazem alguma carícia ou dizem: Então Sr.ª Maria como estamos hoje?... Mas, muitas vezes, nem esperam uma resposta. Também (e a culpa não é deles) não têm tempo para ouvir a D. Maria, a quem a família só vem visitar de tempos a tempos. É que o Sr. José, sentado uns metros mais à frente, precisa, devido à sua incontinência, de ajuda. É a falta de tempo. É a rotina instalada que desumaniza.

Claro que aquelas pessoas se não sentem no seu Lar. Claro que é preciso que “aquele livro” (aquele edifício) não fique em branco, é preciso dar-lhe conteúdo, para o humanizar. É preciso que dentro daquelas pedras aquelas pessoas se sintam pessoas.


Claro que é preciso, é urgente, HUMANIZAR AS PEDRAS!

sábado, 18 de dezembro de 2010

O que queremos - 11



O nosso compromisso com os sócios da ARPIAC está transcrito no documento "O que queremos" que pode ser lido AQUI.

A forma sintética como esse documento se apresenta obriga-nos, com todo o gosto, a desenvolver cada uma das onze ideias ali contidas.

É o que estamos a fazer de forma progressiva




Reorganizar a revista trimestral da Associação e criar um portal (site) na internet
para aproximar a ARPIAC dos sócios e população em geral.


Diagnóstico:

A ARPIAC não informa nem comunica. E não o faz à pala de alegadas carências financeiras.

Em termos de instrumentos de divulgação escrita coloca uns (poucos) comunicados nuns escaparates no interior das instalações e imprime (?) umas folhas que não divulga pelos sócios.

No que se refere à comunicação digital não teve qualquer capacidade inovadora como, por exemplo, a iniciativa de contactar por correio electrónico os associados que dispusessem de acesso à Internet para o que teria de criar uma base de dados para o efeito.

Também a criação de um Portal (website) onde institucionalmente a ARPIAC se revelasse em todas as suas capacidades e valências não mereceu o apoio desta e de anteriores Direcções.

A pequena acção de em 2009 a ARPIAC criar um Blogue revelou-se inútil, não só pelo conteúdo, como pelo aspecto gráfico, nada apelativo e, pasme-se!, não durou mais do que 1 mês. Serviu tão somente para alimentar o ego de algum dirigente.

A ARPIAC, (a actual Direcção e algumas anteriores, bem como os que se assumem seus continuadores,) vive no passado e procura, não promovendo o conhecimento e a informação pública, manter o poder que o conhecimento confere. Com esta politica, a politica da ignorância, os associados sentem que a instituição não é “coisa” sua. E não devia ser assim!

Urge MUDAR.


Prognóstico:

O conhecimento, além de poder, confere uma capacidade de decisão que faz das mulheres e dos homens cidadãos livres, pelo que se impõe:

ü  Organizar em moldes diferentes uma revista trimestral, de carácter informativo e formativo, a enviar para casa dos associados e a distribuir pelas entidades mais relevantes do Concelho de Sintra, sustentada, essencialmente, no aspecto económico através de publicidade.

ü  Criar um Portal (website) de natureza institucional que seja um repositório de toda a informação e regulamentação da ARPIAC de forma a promover a transparência na gestão da instituição.

ü  Criar um Blogue para permitir uma comunicação mais acessível, frequente e atempada com os sócios, designadamente de informação temporalmente localizada.

ü  Criar um Fórum, de acesso exclusivo aos sócios, para permitir uma comunicação e colaboração entre os associados e a ARPIAC.

ü  Implementar um contacto de proximidade através de comunicação por correio electrónico, criando para o efeito o “infoARPIAC”.



Não abdicamos da verdade e do rigor


Contamos consigo para MUDAR

Queremos contar com o seu voto

na

LISTA A